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A utilização de enzimas na nutrição animal tem
determinado o avanço do processo nutricional na produção animal. O mercado de carnes segue firme. Na quinta-feira
(21), novamente, o frango vivo e o boi gordo tiveram valorização. De acordo
com a Jox Assessoria Agropecuária, o quilo do frango vivo subiu mais R$ 0,05
para R$ 1,55. No mercado de boi gordo, a arroba teve alta de R$ 1,00,
conforme a Scot Consultoria, para R$ 61,00 (a prazo). Conforme a Scot, frigoríficos têm dificuldade de preencher
escalas de abate por causa da menor oferta de gado. Brasil disputa liderança com os EUA no mercado
avícola Previsão é que Brasil e Estados Unidos exportem volumes parecidos neste ano. A liderança brasileira no mercado mundial de frangos está ameaçada. Depois de reinar absoluto por dois anos no mercado
avícola, o Brasil começa a enxergar, novamente, a sombra de seu principal
concorrente: os Estados Unidos. Testes iniciais confirmaram que o tipo de gripe de aves detectado no pato selvagem de cauda longa, no nordeste, em Montana (EUA), não é a forma letal que se espalha pela Ásia, Europa e África, anunciou o Departamento de Agricultura dos EUA (Usda). Os testes feitos em amostras fecais das aves indicaram baixas características patogênicas de gripe de aves, não representando ameaça para a saúde humana, disse o Usda ontem, por e-mail. As amostras foram colhidas em 15 de setembro em Cascade County, Montana, por funcionários estatais, como parte de um programa de vigilância em cooperação com o governo federal , informou o Usda. Mais testes estão sendo realizados no Laboratório Nacional de Serviços Veterinários em Ames, Iowa, para determinar o tipo do vírus, acrescentou o departamento. Fonte: Gazeta Mercantil. Suínos: mercado reage em MTCom a reabertura das exportações do Mato Grosso para a Rússia, desde o mês passado, os preços do suíno vêm reagindo no estado, aliviando a pressão de oferta nos demais estados. Entre 13 e 20 de agosto, os preços na região de Rondonópolis (MT) subiram 1,8%, com o quilo do suíno vivo cotado a R$ 1,86 nessa quarta-feira, dia 20. Na Grande Campinas (SP), a alta foi de 4,9%, para R$ 1,84/kg na quarta. Fonte: Cepea / Esalq. Mercado do Boi Gordo: mais uma semana de
alta nas cotações
O mercado do boi teve mais uma semana de alta. O indicador Esalq/BM&F para boi gordo foi cotado em R$ 59,72, alta de 1,8% na semana, acumulando valorização de 21,68% desde 10/07, data do início da valorização do boi gordo. O indicador bezerro/MS da Esalq/BM&F está cotado em R$ 367,30, estável na semana e com valorização de 1,5% desde 10/07. A relação de troca está em 2,68, significativa alta em relação ao dia 10 de julho, quando valia 2,24. Em dólares, o boi gordo acumula alta de 1,85% na semana e 22,85% desde 10/07, valendo US$ 27,54/@, valor mais alto desde 2002, já tendo ultrapassado os valores máximos de 2005, ocorridos em outubro e novembro. No mercado futuro, a semana também foi de valorização, com os contratos de setembro e outubro desse ano se valorizando mais de R$1,00/@. Para valores a vista, todos os vencimentos de 2006 estão cotados acima de R$60,00/@. Desde 10/07, os contratos de setembro e outubro se valorizaram mais de 8% e no acumulado do ano mais de 5%. As altas, que foram sustentadas pelos fundamentos no físico, foram interrompidas momentaneamente no último pregão do boi gordo. Segundo Rodrigo Brolo, do Banco Intercap S.A., há pressão de venda no mercado futuro, provocada parte por frigoríficos travando posições na operação de venda a termo, parte por especulação na bolsa.
O spread (diferença de preço) entre o indicador Esalq/BM&F
e o equivalente físico é de R$3,85/@, em 10/07 essa diferença era de
R$6,78/@. No período 2002-06, média do spread é de R$6,83/@, ou seja, em
relação à média do período, o boi gordo está barato em relação a carne no
atacado. O valores da arroba do boi gordo já chegou a valores antes
não imaginados para esse ano. A pequena oferta de bovinos para abate
continua pressionando positivamente os preços. As escalas estão curtas em
muitas praças. A média se reduziu em 0,3 dia na semana. Em GO e RO se
reduziram em 1 dia e MT em 0,5 dia. A União Européia (UE) vai fazer mais uma inspeção no rebanho bovino do País por causa dos rumores sobre a ocorrência de febre aftosa no Estado de São Paulo. O porta-voz da Comissão Européia para temas de segurança do consumidor, Phillip Tod, revelou que uma missão de veterinários iniciará uma visita a São Paulo na segunda-feira. Europeus e brasileiros estão travando uma verdadeira batalha diplomática em torno da saúde animal. Os países da UE prejudicados pelas exportações brasileiras querem aproveitar o que consideram condições insuficientes no setor fitossanitário nacional para pedir a imposição de barreiras. A comissão tem pedido ao Brasil para explicar que medidas está tomando para evitar a proliferação da aftosa e de outras doenças. Os europeus mantêm barreiras à carne produzida em São Paulo, no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Em uma nota do dia 8 de setembro, o Ministério da Agricultura garantiu que "não procede a informação de ocorrência de febre aftosa em propriedades rurais no Estado de São Paulo" e que apenas monitoramentos sorológicos estavam sendo conduzidos. Amanhã, em Bruxelas, a situação no Brasil ainda será alvo de um debate entre os veterinários. A discussão incluirá uma avaliação do programa de resíduos do governo e a situação fitossanitária das exportações de peixes. Não estão descartadas novas medidas de controle dos produtos brasileiros ou até um novo embargo. Fonte: O Estado de S. Paulo. Exportações de frango do Brasil crescem pela 1ª vez desde marçoAs exportações brasileiras de carne de frango em agosto totalizaram 299,1 mil toneladas, um aumento de 12,7% em relação a agosto de 2005 e de 61% ante julho, informou a Abef, entidade que reúne os exportadores. Foi o primeiro crescimento verificado nos embarques desde março, na comparação com o mês anterior, e o primeiro aumento sobre igual período do ano passado desde janeiro. A Abef, no entanto, preferiu a prudência ao comentar o resultado. "Os números relativos aos volumes embarcados em agosto devem ser recebidos com cautela", disse o presidente-executivo da entidade, Ricardo Gonçalves, em um comunicado. "Para que se configure uma retomada efetiva das exportações, após a retração iniciada a partir de fevereiro, será necessário que o crescimento se sustente também em setembro", afirmou. O setor foi bastante castigado pela queda no consumo mundial de carne de frango, após casos de gripe aviária em vários países. A receita cambial em agosto somou US$ 339,3 milhões,
elevação de 0,42% em comparação à receita No acumulado de janeiro a agosto, foram exportadas 1,72 milhão de toneladas de carne de frango, 8,13% menos que o registrado em igual período do ano passado. A receita de janeiro a agosto atingiu US$ 2,009 bilhões, queda de 7,75%. O Brasil tem elevado as vendas para destinos menos tradicionais, como África (crescimento de 27% no ano), e perdido receita em mercados como Europa e Oriente Médio (quedas nas vendas em 2006 de 18,5% e de 19,4%, respectivamente). No comunicado, a entidade reclamou da demora do governo em repassar os recursos previstos no plano de prevenção à gripe aviária. "Merece registro o fato de que o setor avícola, após realizar enormes esforços para se ajustar ao cenário internacional de queda no consumo, ainda continua à espera da liberação dos recursos do governo federal para o plano de prevenção", disse Gonçalves. Segundo a Abef, a instrução normativa do plano, prevista para meados de dezembro, foi publicada apenas no início de abril e, passados quase seis meses, não houve qualquer liberação do montante de R$ 283 milhões estimados para adequação das áreas produtoras. Fonte: Reuters. Inflação medida pelo IPCA-15 cai para 0,05% em setembro, mostra IBGEO Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) relativo a setembro subiu 0,05%. Um mês antes, o indicador havia apurado inflação de 0,19%, como informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços para cálculo foram coletados de 15 de agosto a 12 de setembro e comparados com os vigentes de 14 de julho a 14 de agosto. A divulgação do índice estava marcada para as 9h30 de amanhã, mas um erro técnico do IBGE acabou levando o instituto a revelar a variação referente ao mês de setembro antes do previsto. O IPCA-15 refere-se a famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. O indicador é uma prévia para o resultado do IPCA, índice escolhido pelo governo para balizar o regime de metas de inflação. Preços do petróleo passam por ajustes e fecha em altaApós baixas significativas nesta semana, a cotação do petróleo no mercado internacional passou por um ajuste nesta jornada e os contratos futuros fecharam em alta. Além da correção técnica de preços, o mercado ainda pondera a insistência do Irã em manter ativo seu programa nuclear e eventuais desdobramentos desfavoráveis para o segmento, apesar de os Estados Unidos sinalizarem que confiam em uma solução diplomática para a questão.. O contrato de WTI negociado para o mês de novembro fechou a US$ 61,59, com aumento de US$ 0,85. Para dezembro, o barril subiu US$ 0,81, para US$ 62,53. Em Londres, o barril de brent negociado para novembro avançou US$ 0,87 e fechou a US$ 61,34. Para dezembro, o contrato terminou valendo US$ 62,38, com aumento de US$ 0,78. Apesar do ajuste verificado hoje, os agentes ponderam que a tendência de preços da commodity é de baixa. A recente desvalorização do produto está calcada no alto patamar das reservas de cru dos Estados Unidos, que, apesar de apontarem queda, estão acima do nível registrado um ano antes. Além disso os estoques de destilados e de gasolina têm registrado aumentos consecutivos. Paralelamente a isso, a perspectiva de crescimento moderado da economia global já levaram a várias revisões de baixa para a demanda mundial do produto neste e no próximo ano. Na contramão desses fatores, no entanto, persiste a cautela dos investidores em relação a questões geopolíticas, sobretudo no comportamento do Irã, um grande produtor de petróleo, que insiste em dar continuidade ao enriquecimento de urânio, contrariando a comunidade internacional. Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos George W. Bush reforçou suas críticas ao regime iraniano, mas declarou que confia na possibilidade de uma solução diplomática para a disputa. Hoje o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad insistiu que seu programa nuclear visa a fins pacíficos, como a geração de energia, mas não é o que a comunidade internacional pensa. |